Júpiter é o quinto planeta mais distante do Sol e é o maior planeta do Sistema Solar, tanto em diâmetro quanto em massa. É um planeta gasoso, tal como Saturno, Úrano e Neptuno.

Júpiter é composto principalmente por hidrogénio e hélio. Este planeta possui o formato de uma esfera obalta (elipsóide que possui um eixo polar menor que o diâmetro do círculo do equador), isto devido à sua rápida rotação. A atmosfera de Júpiter está dividida em diversas faixas, e em várias latitudes, provocando assim tempestades, onde as faixas se encontram. Uma das tempestades mais conhecidas é a Grande Mancha Vermelha, sendo este um dos fenómenos visíveis de Júpiter mais conhecidos, cuja existência data do século XVII, com ventos que chegam a atingir 500 Km/h.

Júpiter pode ser observado a olho nu, com uma magnitude aparente máxima de -2,8, sendo no geral o quarto corpo mais brilhante no céu. Júpiter possui um pequeno sistema de anéis, e um poderoso campo magnético. Possui 63 satélites conhecidos, dos quais se destacam os quatro descobertos por Galileu Galilei em 1610.

Até agora já existiram várias sondas espaciais que “visitaram” Júpiter. A Pioneer 10 passou por Júpiter no mês de Dezembro de 1973, e ao fim de um ano, foi visitado pela sua sucessora, Pioneer 11. A sonda Galileu presenciou o impacto do cometa Shoemaker-Levy 9 com Júpiter, em 1994, possibilitando assim a observação directa deste acontecimento. Outras missões como a Ulysses, a Cassini-Huygens e a New Horizons, utilizaram o planeta para aumentar sua velocidade e ajustar a direcção para os seus respectivos objectivos. Um futuro alvo de exploração é Europa, satélite que potencialmente possui um oceano líquido.